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Conheça os riscos do uso contínuo da pílula do dia seguinte

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O comprimido também conhecido como pós-coital deve ser tomado em até 72 horas após a relação ter acontecido sem proteção. O método funciona, mas, se usado com frequência, pode causar diversos efeitos colaterais, como náuseas. Além disso, se for utilizado mais de uma vez por mês acaba perdendo o efeito e, com isso, o risco de gravidez aumenta consideravelmente.
Não são todas as mulheres que podem ingerir a pílula. Mulheres com distúrbios metabólicos, com insuficiência hepática e tromboembolismo devem evitar o uso desse medicamento.
Esse contraceptivo não provoca aborto. Funciona como um bloqueador da ovulação, ou seja, retarda o processo de liberação dos óvulos. Não há formação da parede do endométrio que mantém o zigoto (óvulo já fecundado) preso.
Quanto antes a mulher tomar a pílula do dia seguinte, maior a eficácia dela. Nas primeiras 24 horas após a relação sexual desprotegida, a porcentagem de eficiência do contraceptivo chega a 88% e vai diminuindo com o passar do tempo.
Após a utilização da pílula, é importante esperar a menstruação vir, para que seja iniciado um novo processo em uma nova cartela de anticoncepcional convencional. É essencial ressaltar que a pílula do dia seguinte não funciona com efeito acumulativo. O medicamento tem, em sua composição, uma dose muito maior de hormônio do que o anticoncepcional comum.
FONTE: Portal ORM

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